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	<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 17:15:06 +0000</pubDate>
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		<title>Biografia - Mario Millán Medina</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 17:13:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-702 floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Mario Millán Medina" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/11/mario-millan-medina.jpg" alt="" width="222" height="210" />Criativo, com uma personalidade autoral definida, suas composições são uma pequena história narrada apenas em  três minutos, na qual descreve personagens, costumes e tradições  de sua província natal. Apelidado de “el cantor chamamecero”, nasceu em Colonia el Porvenir, província de Goya, em 25 de maio de 1913 e faleceu na cidade de Rosario em 6 de novembro de 1977.</p>
<p>Inspirou-se nos tipos regionais, nos acontecimentos e fatos da vida rural, sempre dando um sentido e um contexto social às suas criações que permanecem até hoje.</p>
<p>Desde o ano  de 1935 iniciou uma rota de trovador percorrendo todo o litoral argentino. Em cada parada, em cada estância, em cada casa ou bailanta de campo de Ramada Guipe, soava o violão e a voz inconfundível de Mario Millán Medina. Contava, narrava e cantava no idioma de sua gente.</p>
<p><span id="more-701"></span></p>
<p>É como o intérprete que traduz mil sentimentos ou as  emoções silenciosas de um povo-povo esse que o admira e o reconhece por suas composições El Rancho de la Cambicha, El Sargento Sapo, Caraícho, Mi Ponchillo Colorado, La Guampada, El Recluta, La Familia del Taitá, El Arquetipo, entre outras.</p>
<p>Viajou também a países vizinhos: Brasil, Paraguay e Uruguay. Deixou  a mais genuína mensagem de suas canções refletidas em temas como El alma de la cañada ou Camino del arenal, que ficaram  como a  evidência de um ser humano extraordinário.</p>
<p>&#8211;<br />
Clara González<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.corrienteschamame.com" target="_blank">CorrientesChamame.com</a><br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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		<title>Biografia - Osvaldo Sosa Cordero</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 23:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Poeta profundo, autêntico, de sentimento patriota. Seus versos eram preces. Em cada metáfora derramava lágrimas e  evocação eterna à sua Corrientes. Sua lembrança floresce na memória dos que amam e  respeitam o  folclore do Taragüí.
Osvaldo Sosa Cordero nasceu  em  6 de julho de 1906 em Yaguareté Corá, atual Concepción. Aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-693 floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 7px; margin-right: 7px;" title="Osvaldo Sosa Cordero" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/11/osvaldo_sosa_cordero11.jpg" alt="" width="130" height="143" />Poeta profundo, autêntico, de sentimento patriota. Seus versos eram preces. Em cada metáfora derramava lágrimas e  evocação eterna à sua Corrientes. Sua lembrança floresce na memória dos que amam e  respeitam o  folclore do Taragüí.</p>
<p><strong>Osvaldo Sosa Cordero</strong> nasceu  em  6 de julho de 1906 em Yaguareté Corá, atual Concepción. Aos três anos  de idade sua família fixou residência  na capital correntina e ele se dedicou ao  aprendizado  de piano. Sentiu-se  inclinado  para a música de sua terra natal tendo  seu pai como  exemplo, que se dividia entre a administração   das  estâncias e  execuções  musicais.</p>
<p>Morou  em  Buenos Aires desde 1915. Continuou  seus estudos de piano na  casa de suas tias. Entre os anos 1925/26 Jaime Yankelevich - alma mater da telefonia Argentina - pediu a ele   temas em castelhano para abastecer o  repertório de Samuel Aguayo, cantor, que  fazia somente peças  no  idioma guarani. Nasceu sua primeira obra Naranjerita e, em seguida, Juan Carlos Casas, diretor de uma gravadora, propôs a ele formar seu próprio conjunto com o título de Osvaldo Sosa Cordero y sus Correntinos, que perdurou por 20 anos. Fez uma obra  discográfica  de sucesso contando com as vozes de Jovita Luna, Pedro de Ciervi, Julio Lujan e  o  dueto Bertrán Silva.</p>
<p>Com toda essa trajetória o aponto como &#8220;tanguero&#8221; de alma. Suas  composições  Cotorrito Bohemio, Labios Vírgenes e Embrujo,  esta última compartilhada  com o Jazzman Kalikian Gregor,  fazem parte do disco de Gardel que não chegou a ser lançado .</p>
<p>Foi  autor de vários livros de poemas,  Diez Cantos Correntinos, Anchas e  Romancero Guaraní , que o fez merecedor pela  SADE (Sociedad Argentina de Escritores) ao  prêmio Baldomero Fernández Moreno em 1962. Escreveu  &#8216;Historia de los Varietes&#8217;, fez  palestras  sobre folclore na  SADAIC ( Sociedad Argentina de Autores y Compositores), Casa de Corrientes, entre outras instituições. Foi diretor de Cultura da Província de Corrientes.</p>
<p>Faleceu  em  19 de setembro de 1986  na Capital Federal. Lembramos dele como um artista completo e um  dos principais admiradores da música típica correntina.</p>
<p>&#8211;<br />
Lelia Esther Sirotinsky - Litoralito, Julho de 2006<br />
Clara González<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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		<title>Biografia - Heraclio Pérez</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 22:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-682 alignleft floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Heraclio Pérez" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/11/heraclio_perez.jpg" alt="" width="150" height="207" /><strong>Heraclio Pérez</strong> nasceu em San Luis del Palmar, província de Corrientes, em 2 de março de 1904, dia de San Heraclio.</p>
<p>Podemos afirmar que nos encontramos no ponto de partida que enriquecerá o folclore e causará deleite em várias gerações. Viveu desde muito pequeno em Puerto Tirol, província do Chaco; seus versos possuem a cadência da rica língua telúrica do guarani.</p>
<p>O artista é um ser no qual parece ter repousado o afago de Deus, dotado de uma sensibilidade que lhe permite fazer interpretações. Com seus floreios variados, com todas as falas do seu universo cultural, o artista é também aquele que, ao mergulhar na introspecção da própria alma, percebe o que se passa na alma do homem essencial, eterno e onipresente, que foi o primeiro e será o último da nossa espécie.</p>
<p>Entre todas as formas de manifestação artística, a poesia é a que demonstra a sua mensagem por intermédio da palavra; que presenteia com a nota rítmica, melódica e harmônica do canto, que por sua vez instiga à dança; a criação poética convida a penetrar no mais profundo âmago do sentimento popular.</p>
<p>Os sons que ressurgem de muitas gerações se despertam cheios de satisfação em cada um dos vocábulos com os quais o poeta designa os indivíduos e os objetos, e que só podem ser assim designados por aqueles que têm fundamento para compartilhar a complexa trama cultural que vigora nos dias de hoje. As regiões com suas espécies de flora ou de fauna, as figuras humanas com seus trabalhos e suas diversões, os costumes profanos e as manifestações de uma profunda religiosidade- momentos que o poeta quis deixar estampados como sinais de sua presença reveladora.</p>
<p><span id="more-681"></span></p>
<p><img class="size-full wp-image-683 floatLeft alignleft" style="border: 1px solid black; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Heraclio_Pérez" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/11/heraclio_perez2.jpg" alt="" width="95" height="139" />Com uma poesia plena de uma identidade absolutamente autêntica, livre para agir por vontade própria, sem parecer ou fingir ser o que não é, que é tão evidente naqueles que abraçam uma temática regional à qual são alheios, a obra de Don Heraclio Pérez engloba diferentes características da lírica popular do litoral. Ali estão a ranchera, a milonga, o rasguido doble, a valsa e o valseado, o compuesto, a chamarrita, a polca e a canção. Também estão a chacarera e o tango, temas que hoje são compartilhados pelas preferências populares na Argentina com a mais poderosa manifestação musical da área de influência do guarani: o chamamé.</p>
<p>O chamamé representa, na obra de Heraclio Pérez, o embrião, o centro das atenções, o tema fundamental das suas indagações, o objeto principal da sua análise, a forma favorita da sua obra criativa.</p>
<p>&#8211;<br />
Adolfo Cristaldo do livro El ultimo cachapecero<br />
Texto Cecilia Zeniquel<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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		<title>Biografia - Ernesto Montiel</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 21:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chamame.com.br</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Símbolo absoluto da música folclórica do litoral argentino. Seu público e seus amigos lembram-se do maestro Ernesto Montiel como uma pessoa afetuosa, que com seu acordeón soube encontrar inspiração e criar magníficas obras musicais.
Em 26 de fevereiro de 1916 nascia em Paso de los Libres Don Ernesto Montiel – o senhor do acordeón - que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-679 floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Ernesto Montiel" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/11/ernesto_montiel.jpg" alt="" width="250" height="240" />Símbolo absoluto da música folclórica do litoral argentino. Seu público e seus amigos lembram-se do maestro <strong>Ernesto Montiel</strong> como uma pessoa afetuosa, que com seu acordeón soube encontrar inspiração e criar magníficas obras musicais.</p>
<p>Em 26 de fevereiro de 1916 nascia em Paso de los Libres Don Ernesto Montiel – o senhor do acordeón - que um dia deixaria sua cidade natal para unir-se aos melhores intérpretes da música litoraleña da época: Emilio Chamorro, Ambrosio Miño e outros, até unir-se a Isaco Abitbol.</p>
<p>Junto com Abitbol formariam o Cuarteto Santa Ana, uma sólida união no aspecto criativo, dividindo a paternidade de numerosas obras musicais, entre elas a polca General Madariaga, o chamamé Ñatita, o valseado Don Chirú ou os rasguidos dobles Padrino Tito e Martínez Gutiérrez.</p>
<p>Ernesto Montiel, entre tantas atuações em Buenos Aires, inaugurou Los Carnavales Folklóricos de San Lorenzo de Almagro, compartilhando o cartaz dos astros com a Orquestra Típica do maestro Carlos Di Sarli e com os Hermanos Abrodos. </p>
<p><span id="more-678"></span></p>
<p>Posteriormente se sucedem atuações pelas principais emissoras de rádio da grande Buenos Aires e turnês de sucesso que o elevam profissionalmente.</p>
<p>Em 1969 o grupo figura entre os mais vendidos discos do selo Philips. Por ocasião do primeiro Festival Cinematográfico foram eles os encarregados de receber as delegações estrangeiras participantes em um banquete no El Tigre. O Cuarteto Santa Ana de Don Ernesto Montiel também teve a honra de mostrar sua arte musical no teatro Colón de Buenos Aires, sarau ao qual assistiram o Presidente da República e o príncipe dos Países Baixos. Por sua capacidade e espírito criativo recebeu a benção do Papa Paulo VI pelas obras &#8220;Villancico Correntino&#8221; e &#8220;Valsecito Navideño&#8221;. Ao mesmo tempo foi reconhecido por outros expoentes do mundo artístico nacional, como Astor Piazzolla e Osmar Madera.</p>
<p>O Senhor do Acordeón morreu em Buenos Aires, em 6 de dezembro de 1975.</p>
<p>&#8211;<br />
Por Silvia Velcheff<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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		<title>Próximos eventos cadastrados em Chamigos.com</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 18:07:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acompanhe a agenda dos próximos eventos que foram publicados em Chamigos.com pelos próprios participantes.
5 de novembro
II Palestra-Recital de Chamamé no Rio de Janeiro
Joselo en Corrientes Capital, Bar Picasso
9 de novembro
Xiruzinho em Campo Grande MS
11 de novembro
Alejandro Brittes em Campo Grande MS
15 de novembro
VI Encontro de Bandoneón em Passo Fundo RS
21 de novembro
3º Encontro de Chamamé [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhe a agenda dos próximos <a href="http://www.chamigos.com/events" target="_blank">eventos</a> que foram publicados em <a href="http://www.chamigos.com" target="_blank">Chamigos.com</a> pelos próprios <a href="http://www.chamigos.com/profiles/members/" target="_blank">participantes</a>.</p>
<p><em><strong>5 de novembro</strong></em><br />
<a href="http://www.chamigos.com/events/2298834:Event:4724" target="_blank"><a href="http://www.chamigos.com/events/2298834:Event:2472" target="_blank"><strong>II Palestra-Recital de Chamamé no Rio de Janeiro</strong></a><br />
</a><a href="http://www.chamigos.com/events/2298834:Event:4724" target="_blank"><strong>Joselo en Corrientes Capital, Bar Picasso</strong></a></p>
<p><em><strong>9 de novembro</strong></em><br />
<a href="http://www.chamigos.com/events/xiruzinho-em-campo-grandems" target="_blank"><strong>Xiruzinho em Campo Grande MS</strong></a></p>
<p><em><strong>11 de novembro</strong></em><br />
<a href="http://www.chamigos.com/events/orivaldo-mengual" target="_blank"><strong>Alejandro Brittes em Campo Grande MS</strong></a></p>
<p><em><strong>15 de novembro</strong></em><br />
<a href="http://www.chamigos.com/events/2298834:Event:1786" target="_blank"><strong>VI Encontro de Bandoneón em Passo Fundo RS</strong></a></p>
<p><em><strong>21 de novembro</strong></em><br />
<a href="http://www.chamigos.com/events/2298834:Event:3842" target="_blank"><strong>3º Encontro de Chamamé em Uberlândia MG</strong></a></p>
<p><a href="http://www.chamigos.com/main/authorization/signUp?" target="_blank">Cadastre-se</a> gratuitamente em <a href="http://www.chamigos.com" target="_blank">Chamigos.com</a> e divulgue seus <a href="http://www.chamigos.com/events" target="_blank">eventos</a> chamameceros.</p>
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		<title>Biografia - Tarragó Ros</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 21:56:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tarragó Ros, chamado de ‘O Rei do Chamamé’ nasceu em Curuzú Cuatiá.
&#8220;Na cidade de Curuzú Cuatiá, província de Corrientes, aos vinte e dois dias do mês de junho do ano de mil novecentos e vinte e três, perante mim, Chefe do Registro Civil, Antonio Ros, de cor branca, de trinta e seis anos, espanhol, solteiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-647 floatLeft" style="border: 1px solid black; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Tarragó Ros" src="http://chamame.com.br/wp-content/uploads/2008/11/tarrago_ros.jpg" alt="" width="209" height="232" />Tarragó Ros, chamado de ‘O Rei do Chamamé’ nasceu em <a href="http://chamame.com.br/a-curuzu-cutia"><strong>Curuzú Cuatiá</strong></a>.</p>
<p>&#8220;<em>Na cidade de Curuzú Cuatiá, província de Corrientes, aos vinte e dois dias do mês de junho do ano de mil novecentos e vinte e três, perante mim, Chefe do Registro Civil, Antonio Ros, de cor branca, de trinta e seis anos, espanhol, solteiro, fazendeiro domiciliado nesta cidade, declaro: que no dia dezenove do corrente, à uma hora, em seu domicilio, nasceu o varão Tarragó, de cor branca, filho natural do declarante e de Florinda Reina, de cor morena clara, de vinte anos, argentina, solteira, domiciliada nesta cidade, filha de Eustaquio Reina</em>&#8220;.</p>
<p>Assim se refere a certidão de nascimento de Tarragó Ros, anos depois músico popular, chamado de ‘O Rei do Chamamé’. Uma certidão posterior certifica o casamento dos seus pais e também do nascimento, em 1918, de Antonio Ros, sendo feito assim registro completo da família. Os primeiros anos de Tarragó giraram em torno da barraca de couros de propriedade de sua família, espécie de porta aberta ao mundo. Ali conheceu peões, catadores de mariscos, gauchos simples com sombreros de abas enormes, e também músicos de emoção intensa. Algumas vezes vinham montados em gigantescas carroças de seis ou oito cavalos; em outras, eram vistos passar com acordeón e violão na mão, caminhando nas tardes de sábado rumo ao baile.</p>
<p><span id="more-646"></span></p>
<p>Repentinamente os amigos que ele tinha na escola do centro lhe mostraram ser menos íntimos que os dos bairros e dos casarios afastados. Conseguiu, de alguma forma, uma sanfona e não foi extraordinário o fato de que, ainda que seus pais o incentivassem a estudar piano, ele queria tocar acordeón e também bateria, que tinha visto em algum baile popular.</p>
<p>Aos quinze anos já participava de diversos conjuntos com seu irmão e alguns amigos e, aos dezessete, já decidido pelo chamamé, realizou suas primeiras turnês. Com mais dois ou três músicos subiam em um trem e ganhavam dinheiro para pagar a viagem tocando para os passageiros; em uma dessas aventuras chegaram até Buenos Aires. Mas a maior parte do seu trabalho, embora com rendimentos modestos, ainda estava em Corrientes, nos arredores de Curuzú.</p>
<p>A essa altura, Tarragó sentia que sua paixão pela música estava ligada a algo mais que o gosto pela aventura pessoal. E para propagar e sustentar essa consciência cultural, em 15 de julho de 1943 saiu a primeira edição do quinzenal <em>Brisas Correntinas</em>, editado e dirigido por ele mesmo.</p>
<p>A publicação incluía um editorial, letras de canções, uma coluna humorística, uns versos dedicados a Tarragó por seu amigo Luis Torres, anúncios de programas de rádio e baile.</p>
<p>Nesse mesmo ano viajou a Buenos Aires integrando o Trío Taragüí, que era dirigido por Pedro Sánchez, o que também não lhe dava muito sustento.</p>
<p>O primeiro estímulo foram os músicos que ele escutou na sua infância em Curuzú; depois as histórias de jovens e de inesperados talentos descobertos em paragens remotas, lidas em El Alma que Canta, ou vistas no cinema. Já em Buenos Aires outra visão alimentou seus sonhos de adolescente, ávidos de um ídolo popular: a imagem de Ramón Estigarribia, músico apelidado de Yaguareté, que em um restaurante do centro da cidade comia com deleite e sem privações, feliz e rodeado de amigos.</p>
<p>Além disso, naquela ocasião, ele foi acordeonista de Mauricio Valenzuela, a quem anos mais tarde ficaria agradecido por seus ensinamentos profissionais, e também tocou junto com Mario Millán Medina, <a href="http://chamame.com.br/isaco-abitbol"><strong>Isaco Abitbol</strong></a>, Ernesto Montiel, Pedro Mendoza e Luis Acosta, outros amigos que estiveram junto com ele na sua curta passagem pela capital.</p>
<p>Em 1944 retornou  à Corrientes. Á frente de um elenco chamado Melodías Guaraníes, cuja direção compartilhou em algum momento com o célebre bandoneonista Oreste Hernández, fez inúmeras apresentações no litoral e no Brasil, além de apresentar-se na Radio Prieto, Radio Callao e La Voz del Aire.</p>
<p>Muitas propagandas da época recordaram a programação completa. Se fosse realizado em um cinema, a primeira parte incluía, por exemplo, a projeção de El Amo del Arrabal, Tierra sin Ley, ou Baile y pasión; se não, a segunda era a única, mas oferecia chamamés, polcas, galopas (danças húngaras), xotes, valsados, canções, solos de acordeón, solos de garrafas, diálogos em guarani, recitativos, solos de bandoneón, bombo indio (tambor indígena) e canções regionais em dueto.</p>
<p>O <em>bottelista</em> podia ser Valentín Zárate, e se a apresentação era em Curuzú, o cantor e intérprete podia ser Gorgonio Benítez, encarregado da barraca e amigo fiel de Tarragó.</p>
<p>Em 1945, em razão das dificuldades para conseguir um trabalho bem remunerado, aceitou substituir <a href="http://chamame.com.br/transito-cocomarola"><strong>Tránsito Cocomarola</strong></a> no conjunto de Emilio Chamorro. Atuou por quase três anos, durante os quais amadureceu como instrumentista e compositor, mas sobretudo foi definindo seu próprio estilo que , somado à personalidade forte, logo desembocaria na sua carreira como diretor.</p>
<p>Em 1947, de sua breve união com Elia Crispina Molina, nasceu Antonio. Nesse mesmo ano decidiu voltar a ser independente profissionalmente e para isso fixou residência definitiva em Rosario, nas portas do litoral e perto de Buenos Aires.</p>
<p>Planejou seus primeiros grupos, fez suas primeiras apresentações em La Ranchada, local de propriedade de Emilio Chamorro; no Club Huracán de Entre Ríos, no Centro Correntino de Rosario. Foi ali, precisamente em 1948, que se juntou a Carlos Olmedo, que seria seu cantor, entusiasta e amigo fiel até o fim. Este conjunto se completava com Felipe Lugo Fernández, Rómulo Velázquez, Adriana Selva, Edgar Estigarribia e Alonso,  nome de batismo deste último, escondido na memória.</p>
<p>O começo não foi fácil. As apresentações mais freqüentes eram nas festas organizadas pelos portuários, e também nos bailes montados por ele mesmo Tarragó, aos quais costumava juntar-se uma orquestra de tango e uma de jazz. O gênero era variado. Entretanto, naquele momento o músico já se sentia dono da sua arte e sua decisão de persistir era cada vez mais forte. Sobretudo sentia a emoção que pairava no ar entre ele e o público, cada vez que ele subia em um palco. Trabalhou assim até 1954 quando fez a primeira gravação.</p>
<p>Acompanhado por Antonio Niz e Felipe Lugo Fernández fez um teste na Odeón e causou impacto por seu estilo pungente e irresistivelmente dançante, e gravou um disco de 78rpm com El Toro e Don Gualberto. Sua repercussão não podia ter sido melhor; no ano seguinte voltou a gravar, e a partir daí começou sua ascensão.</p>
<p>Já havia então incorporado às bombachas umas corraleras (polainas) também bordadas que havia copiado das antigas fotos de Carlos Gardel, a quem muito admirava. Sua estampa de homem muito alto e de sorriso sereno começou a ser sinônimo desse ruído alegre que se desencadeava nos bailes desde o primeiro acorde pulsado por seus dedos.</p>
<p>Chegando aos anos 60, era um dos músicos mais populares de toda a sua região e um dos maiores vendedores de discos do país; as gravadoras disputavam seu contrato. Em 1964 já havia passado de um milhão de discos vendidos, ficando em evidência depois que ganhou seu primeiro disco de ouro. Mais adiante obteria outro de ouro, um de platina e o apreciado Templo de Oro, que a gravadora oferecia somente a suas grandes estrelas históricas.</p>
<p>Em um dia de 1966, quando se encontrava de passagem por Buenos Aires, encontrou-se com Antoñito, a quem ele viu poucas vezes. Voltaram juntos a Rosario, e diante da decisão do jovenzinho e em vista de suas habilidades com o acordeón, seu pai lhe deu um posto de acordeonista substituto e apresentador em seu conjunto.</p>
<p>Entretanto, Tarragó tinha seu próprio salão de baile em Rosario, o Humberto Primo, e não abandonava a atividade de associado na Seccional Rosario de la Unión Argentina de Variedades. O membro 772, ao qual lhe dedicara um chamamé, era o Siam Di Tella, que dirigia Pepito, e que nesses anos conduzia o conjunto por turnês permanentes por cada um dos povoados e das cidades do litoral.</p>
<p>Os sucessivos LPs, as rádios e suas freqüentes apresentações na televisão asseguraram sua popularidade, quando já começava a ser chamado O Rei do Chamamé. Na intimidade de sua casa, em Rosario, ele podia ser visto jantando de madrugada junto com Angelita Lescano, sua companheira nos últimos dezesseis anos, conversando com ela e escutando chamamés pela rádio.</p>
<p>Chegou a compor quase duzentos temas: El Desconsolado, Por que te fuiste, El Prisionero, Madrecita, A Curuzú Cuatiá, Caña con ruda, o El Afligido, Escuelita de mi Ayer, são alguns dos mais conhecidos; gravou vinte LPs e influenciou toda uma geração de intérpretes do chamamé.</p>
<p>Quando sentiu o primeiro e último aviso do seu coração, se levantou tranqüilo, fez a barba, se vestiu com sua cuidadosa elegância habitual, e saiu para se internar no Sanatorio Corrientes, em Rosario. Ás 14 horas do sábado, dia 15 de Abril de 1978, ele faleceu, vítima de uma parada cardíaca.</p>
<p>Era seu desejo deixar seus restos mortais em Curuzú Cuatiá, que foram levados até lá em um lento cortejo fúnebre, saudado em cada cidade por habitantes que gostavam muito dele. Ainda hoje costuma ter flores frescas no seu túmulo.<br />
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<p>Guillermo Pintos - Publicada na revista Folcklore<br />
Tradução <a href="http://www.chamame.biz/marise" target="_blank">Marise Zappa</a></p>
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