Programa - A Hora do Chamamé
Postado dia 30 de setembro de 2008
PROGRAMA “A HORA DO CHAMAMÉ”
RÁDIO DIFUSORA AM 1.240 KWZ
www.radiodifusorapantanal.com.br
www.ahoradochamame.com.br
O Programa “A Hora do Chamamé” há mais de (6) seis anos no ar é produzido e apresentado pelo radialista Orivaldo Mengual diariamente e atualmente na Rádio Difusora de Campo Grande – AM 1.240 kwz, de segunda-feira a sexta-feira, das 16:30 às18:30 horas. (Horário de Mato Grosso do Sul).
O PROGRAMA “A Hora do Chamamé”, é na verdade, um grito de alerta contra a invasão cultural de nossa terra e o risco da substituição das raízes guaranis, que permeiam a formação sócio econômica e cultural de nosso povo.
Mato Grosso do Sul, território que, no dizer de Almir Sater, em sua imortal canção “Sonhos Guaranis”, já foi Paraguai, possui um invejável acervo de tradições que o diferencia do restante do país, encantando aqueles que nos visitam ou que por aqui passam. Cabe a nós que, de alguma forma, estamos envolvidos com a divulgação desses valores, assegurar que a cultura sul-matogrossense esteja sempre ao alcance dos filhos desta terra.
Devemos envidar todos nossos esforços no sentido de nossos descendentes saibam quem foram e o que fizeram Zé Correa, Zacarias Mourão, Jandira e outros que já se foram e os que fazem hoje, Benitez, Délio e Delinha, Dino Rocha, Gregório e tantos outros que seria impossível listar. Que novas gerações nos critiquem por excesso, jamais por falta.
O PROGRAMA ‘A HORA DO CHAMAMÉ” tem a alta pretensão de mostrar que o Chamamé, a Polca, a Guarânia, o Tereré não são excentricidades cultivadas por momentos apenas, mas valores culturais entranhados na alma do povo de Mato Grosso do Sul, como parte de sua forma de ver e sentir o mundo.
ORIVALDO MENGUAL
Produtor/Apresentador
Email: orimengual [arroba] hotmail.com
Celular: +55 (67) 8146-7712
Compare preços
Acordeón | Violão | Teclado | MP3 MP4 Player | Passagens Aéreas | Notebooks
Veja também
Categoria: Agenda, Chamamé | tags: A Hora do Chamamé, Almir Sater, Campo Grande, Chamamé, Délio e Delinha, Dino Rocha, Gregório, Guarânia, Locução, Mato Grosso do Sul, Orivaldo Mengual, Paraguay, Polca, Radio, Rádio Difusora de Campo Grande, Sonhos Guaranis, Tereré, Zacarias Mourão, Zé Correa










30 de setembro de 2008 às 15:51
Venho render minhas homenagens a este apresentador - Orivaldo Mengual - do programa A Hora do Chamamé.
Não tenho medo do desaparecimento de nossa cultura, porque, na verdade ela não é modismo, ela raiz, ela aconteceu na espontaneidade. Portanto, gente como o Sr. Orivaldo Mengual e mais os que foram citados e mesmos aqueles anônimos, jamais permitirão que nossa cultura, nossos custumes e nossas músicas dêem lugar à mediocridade que a gente vê por aí.
3 de outubro de 2008 às 9:56
Orivaldo a sua luta é de todos nós, digo de todos os que tem consciência cultural.Sou mato-grosensse de Cáceres(MT), mas tenho no coração o sentimento chamamecero pois antes de ser brasileiro, sou pantaneiro e levo comigo toda energia do rio Paraguai.Quero deixar aqui o meu apoio a sua emplemetação desse Cento Cultural,bem como do seu programa.Não preocupe com crítica de radicalismo pois quem tem consciência cultural, sabe que “quando se trata de cultura, não se fala em democracia, pois cultura ou é…ou não é…ou você impõe a sua cultura ou você dispõe da cultura de outros…sempre foi assim desde que o mundo é mundo”.Abraços Guapo
7 de outubro de 2008 às 2:46
Orivaldo Menghual, origado por você existir com o seu programa (A hora do Chamamé).
Me chamo Zé Moraes, sou músico, cantor e compositor, filho de Rio Brilhante MS, moro na capital de São Paulo à mais de 25 anos.
Talvez eu seja um dos primeros e quase ùnico a tocar chamamé na noite em São Paulo, mas faço com muito orgulho e amor à essência do meu passado e do meu prazer em viver. Tenho uma casa de shows em cotia, SP, e defendo com bravura o nosso chamamé.
Sempre estive muito preocupado e um pouco envergonhado com o qhe gravam algumas bandas de nome do MS, mas por outro lado, penso, todos tem que sobreviver, porém a nossa cultura não pode ser deixada de lado por ganãncia e sede de sucesso,e, por favor, eu me sinto bem a vontade prá falar o que penso. Estou contigo amigo,obrigado.
19 de outubro de 2008 às 13:17
Orivaldo sou fã do seu programa, desde a idade de 06 anos me lembro ouvindo Zé Correia….cresci ouvindo chamamé, polca com Jandira e Benitez, Dino Rocha, Los Celestiales, Ases do chamamé (Três Lagoas) e nunca me conformei com a pouca valorização da nossa riquíssima cultura…sou paulista de nascença mas sul-matogrossense de coração e quero que nossas raízes sejam preservadas!
26 de outubro de 2008 às 16:37
Olá,
Masci no Mato Grosso do Sul (Amambai), moro em Manaus há 20 anos, mas tenho muita saudade da cultura da minha terra. Tenho procurado uma música que é um classico (pelo menos para mim), que meu avó, ora tocava na harpa, ora tocava no violino: Volver, volver. Essa música me traz muitas recordações (infancia, familia, terra natal). Como eu conseguiria ouvi-la ou adquiri-la. Poderiam me ajudar?
Maristela Olazar Alecrim
Manaus- Amazonas- Brasil
19 de novembro de 2008 às 1:03
Nasci em Campo Grande, e moro há 20 anos em Rondonópolis Mt, e é incrível como o sangue pantaneiro corre mais rápido nas veias qdo escutamos ou lemos algo a respeito da cultura sul-matogrossense, que não morrerá nunca, pois mesmo distantes, os filhos desta terra maravilhosa não a deixarão desaparecer, pois essa cultura tem traço forte e o chamamé é a nossa essência.